A importância da cultura de gestão de riscos e controles internos

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Os profissionais de controles internos, gestão de riscos, governança corporativa, controllers e administradores possuem grandes responsabilidades. Uma delas é disseminar a cultura de gestão de riscos e controles internos nas empresas. Portanto, estar alinhado às estratégias da organização para identificar os principais riscos e avaliar a eficiência dos controles internos se torna fundamental.

O ambiente das empresas demanda a adoção de medidas e técnicas de controle para diminuir a ocorrência de falhas e evitar problemas que coloquem em risco a imagem das organizações. Esse cenário faz com que o trabalho vá além de detectar e mensurar problemas. Hoje é preciso apontar também pontos de melhora.

Nesse momento a cultura organizacional, os controles internos e a gestão de riscos se tornam protagonistas.


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Cultura de controle é o ponto de partida

A gestão de riscos e controles internos deve promover alterações na forma de pensar, agir e aplicar políticas e processos. A começar com a fundamentação em boas estratégias e no fortalecimento do ambiente de controle das empresas. Adotar uniformemente essa cultura traz benefícios nos resultados para os investidores. Os reflexos também são positivos na gestão de conhecimento dos colaboradores.

A questão organizacional é de extrema importância. Sem ela nenhum controle será implementado, seguido e muito menos aprimorado. O seu sucesso depende da forte presença de um patrocinador do projeto, que na maioria dos casos é o administrador ou algum gestor nomeado por ele.

A estrutura de cultura de controles

Vários fatores que compõem a cultura de controle exercem influência sobre o ambiente. Geralmente eles estão relacionados com os objetivos e ao apetite de riscos dos administradores.

O ponto de atenção está na percepção das pessoas de que a falta de apoio é o maior obstáculo. A “cultura do descontrole” acaba sabotando o trabalho de profissionais de controles internos e compliance. Estes são os responsáveis pelo cumprimento das diretrizes de cada departamento e pela eficiência de cada área de negócio.

Sem o apoio necessário na hora de disseminar a cultura de controles nas empresas, esses profissionais acabam, por vezes, falhando. Pessoas, sistemas, recursos financeiros, processos, leis e regulamentos são alguns dos fatores que contribuem nesse quadro.

Como garantir o bom funcionamento

Nomear agente de compliance para elaboração e manutenção dos normativos, políticas internas e as matrizes de risco, participação na confecção dos planos de ação e de contingência surge como primeiro passo.

Ao participar do processo de criação da cultura, os agentes de controles internos engajam-se e repassam o conhecimento. Dessa forma, a informação vai se espalhando organicamente por toda a companhia.

Esse agentes visam a adequação, fortalecimento e o funcionamento do Sistema de Controles Internos. O objetivo final é mitigar os riscos de acordo com a complexidade de seus negócios, além de disseminar a cultura de controles para assegurar o cumprimento de leis e regulamentos existentes.

Os principais aspectos a se considerar na cultura de gestão de riscos são:

  • Processos estruturados e integrados
  • Sistemas bem projetados
  • Capacitação de profissionais nas posições nas chaves
  • Política de riscos com estratégias e diretrizes bem definidas
  • Aprendizado contínuo
  • Normatização dos procedimentos

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Benefícios da cultura de gestão de riscos e controles internos

Alguns benefícios que podemos apontar após a conscientização da cultura de riscos e controles nas empresas:

  • Compromisso perante valores éticos e de integridade
  • Aumentar o valor da empresa por possuir um elemento relevante de governança;
  • Minimizar a probabilidade de que riscos indesejáveis se manifestem;
  • Aumentar a probabilidade de que os riscos significativos que a empresa e seus processos estão sujeitos sejam conhecidos e adequadamente tratados;
  • Aumentar a probabilidade de atingir objetivos e potencializar a acuracidade na definição dos mesmos;
  • Elevar o nível de governança;
  • Otimizar recursos humanos e técnicos na gestão integrada dos riscos;
  • Padronização de processos, maior facilidade na transferência de conhecimento e na busca de melhoria continua com os processos mapeados e formalizados;
  • Maior agilidade na identificação de problemas e no processo de tomada de decisão por meio de indicadores chaves de performance e riscos definidos, em funcionamento e confiáveis;
  • Melhor definição das responsabilidades dos funcionários por suas atividades e da administração dos riscos inerentes.

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